quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Deixa eu colocar só a cabecinha

Quando era criança víviamos brincando de esconde-esconde. eu tinha 12 anos, meio raquítico, magro, baixinho, moreno, um pouco sensível e sem nenhuma malícia. gostava de me esconder no quintal de uma senhora evangélica ao lado de uma data vazia em uma quadra pra baixo da casa onde eu morava. no fundo do quintal dela tinha bastante árvores onde eu podia me esconder melhor, ainda mais a noite, que era o horário que preferíamos. naquele dia tinha uns 15 mulekes pra participar e eu como era um dos mais velhos sempre dava os comandos. tinha um garoto que chamávamos de lê, de 10 anos, baixinho, fortinho, de cabelos castanho-claros, caracolados, invocado ás vezes, mas muito gente boa, vivia sempre em casa. ele sempre me ajudava a comandar o pessoal. ele tinha um irmão chamado marquinho, 18 anos, que decidiu que queria brincar aquele dia. esse irmão do lê era fortão, um pouco mais alto que eu, meio loiro, olhos claros, com bastante sardas no rosto, muito simpático, mas meio safado. então tiramos 2 ou 1 e um outro muleke teve de contar para escondermos. nessa vez eu corri pra casa onde eu gostava de me esconder e o marquinho veio atrás de mim dizendo que não sabia onde se esconder. entramos na data vazia e pulamos o muro lateral que separava os dois quintais. na casa, ficamos na varanda. tinha uma porta bem no meio, que provavelmente daria pra cozinha, do lado esquerdo da porta, encostada na parede tinha um tanque de lavar roupas e ao lado da porta no lado direito tinha um sofá. estava bem escuro e eu estava ao lado do sofá de pé, com o tronco meio flexionado tentando enxergar o que se passava na rua, quando senti o marquinho enconstando em mim. então ele perguntou: - tá conseguindo vê alguma coisa ai? será que ele ta vindo? eu continuei na minha posição, mas achei aquilo estranho. quando ouvimos um barulho, parecido com alguém pulando o mesmo muro que pulamos pra chegar ali. era o lê avisando: - ele ta vindo; o marquinho ficou bravo com o lê por ele ter nos seguido e pediu pra ele ir na frente. o irmão dele foi e continuamos nós dois na mesma posição que estávamos. senti uma coisa meio dura atrás de mim, quando notei o marquinho estava se esfregando em mim ai ele disse: - fica olhando ai, senão ele vai pegar a gente. abaixa mais um pouco pra você ver melhor; fiquei sem reação e acabei baixando. foi ai que o guri que estava procurando o pessoal apareceu no muro da casa daquela senhora e gritou: - você tá pego!!! e saiu correndo. daí tive que sair do esconderijo e logo depois o marquinho saiu também. quando estámos esperando todos para serem pegos o marquinho disse pra mim e pro seu irmão: - ixi cara aquele esconderijo é muito barrela, vô procura otro pra mim se esconde; fiquei sem graça, apesar de nem ter chamado ele pra ir lá, porque eu gostava daquele lugar. aí o lê disse: - eu tamém acho. chegaram todos e o primeiro a ser pego seria o contador e por sinal era o lê. quando ele começou logo o marquinho me disse no ouvido: - vamu lá denovo ele nem vai vir atrás; saímos correndo e fomos para o mesmo esconderijo. passado um tempo o marquinho me diz: - fica lá espiando; eu fui e ele veio por trás de mim e ficamos do mesmo jeito daquela outra hora. só que dessa vez ele colocou as mãos em meu quadril, segurando-o. - deixa eu tentar ver também; senti ele subindo e descendo com o quadril por trás de mim e aquela coisa dura me roçando. então ele me abraçou com sua mão direita, eu levantei meu corpo e disse baixinho: - para cara com isso!!! os cara vão tira sarro da gente!!! ele me respondeu: - ninguém vai fica sabenu, nem tem ninguem aki. comecei a ficar excitado, ele enfiou a mão dentro do meu short, por cima da cueca e ficou passando o dedo no meu cuzinho. eu, meio virgem, dava aquelas suspiradas e trancava meu rabinho pra ele não avançar enquanto ele me dizia: - dexa cara!!! só enfio um poquinho!!! ai ele sem esperar minha resposta colocou a mão por dentro da minha cueca e ficou alisando minha bundinha, dai encurvei meu corpo novamente e deixei ele ir colocando aos pouquinhos, nisso eu já estava me deliciando com a situação. ele foi colocando de poquinho, mas já estava doendo e pedi pra ele parar. ele disse: - só paro se você pegar no meu pau; eu topei porque já estava gostando mesmo. ele tirou a mão de meu short, eu me virei pra ele e ele tirou o pau por baixo do short, pela entrada da perna esquerda: - pega, vai!!! pega um poquinho!!! eu peguei em seu pau e senti ele latejar em minha mão. era um pau grosso, não muito grande, com a cabeça bem volumosa e vermelha. fiquei meio assustado com tudo aquilo, porém excitado: - põe a boquinha nele, põe? finge que é um pirulito e chupa; abaixei-me, ficando ajoelhado com um pé só, coloquei meio com nojo e senti quando ele deu um suspiro bem gostoso. mas eu nem sabia como chupar só fiquei com a boca no pau dele até ele me dar as instruções. pediu pra mim ficar tirando e colocando na boca, pra chupar como se fosse um canudinho, pra engolir tudo, as vezes ele me forçava até eu engasgar e eu disse que não queria mais: - deixa eu colocar na sua bundinha!!! deixa vai!!! deixa ai meu!!! ele ficava insistindi e eu dizendo que não porque os cara iam tirar sarro de mim. insistiu tanto que quando disse que ia só colocar a cabecinha eu topei, pra acabar com aquilo logo. ele me pediu pra colocar as mãos no sofá e arrebitar bem a bundinha. abaixei meu short e fiz o que ele me mandou. se posicionou atrás de mim e ouvi quando ele cuspui na mão e passou em sua vara. eu já estava até suando. ele se encostou e senti uma coisa quente por trás, era seu pau. ele foi empurrando, empurrando e nada, ficamos ali uns 5 minutos e nada. já estava até cansado quando derrepente sinto uma coisa rasgando meu cuzinho. tirei na hora meu corpo: - porra meu quando eu consigo você tira. dexa eu tenta mais uma vez!!! me inclinei denovo e ele foi tentando. até que conseguiu denovo só que dessa vez eu deixei ele entrar um pouco mais. estava doento muito, ele me abraçou enquando eu jogava meu corpo pra frente pra tentar sair daquela situação desagradável. ele me puxou pra trás estocando mais ainda sua vara dentro de mim: - para cara, tá doento!!! dexa eu sair meu!!! ele nem tava ai. então perdi o equilíbrio e cai sobre o sofá. ele me dominou e me ajeitou de forma que eu ficasse deitado sobre o sofá e com a bundinha toda pra ele. eu tentava sair mas estava meio imobilizado, ele começou um vai e vem brutal e eu tentava escapar. ele gemia: - que cuzinho apertadinho!!! q delícia de cú!!! vou comer você direto agora!!! quando numa bobiada eu consegui escapar de cima dele, ergui meu short e corri pro fundo do quintal ofegante. minhas pernas estavam tremulas e senti que saia algo da minha bunda. eu estava sangrando, mas era poquinho. ele veio atrás de mim e disse: - deixa eu terminar cara!!! juro que só coloco a cabecinha agora!!! e eu disse: - não quero mais não!!! dexa pra otro dia isso!! ele falou: - tá bom!!! amanhã você vai em casa então, senão conto pra todo mundo que eu te comi!!! fiquei apavorado, implorei mas ele estava irredutível. pediu pra mim dar mais uma chupadinha e eu obedeci, forçado mas obedeci. chupei ele alguns minutos até que ele gozou na minha boca. cuspi tudo. então ele me disse: - você vai se minha putinha agora!!! vo come você todo dia!!! então ele pulou o muro e saiu. quando voltei para onde todos estavam me perguntaram onde me escondi tão bem que ninguem me encontrou. disse que era um esconderijo secreto e dei uma risadinha. o marquinho foi embora e eu disse q ia parar também porque tava cansado. no outro dia fui na casa do marquinho, mas esta é outra história!!!

Iniciação em três tempos.

minha primeira experiência sexual aconteceu quando eu tinha cinco anos de idade aproximadamente, eu não tenho certeza. eu era um menininho banquinho, lourinho, olhinhos azuis, bem mimadinho, mas não era e nem nunca fui, assim como não sou, afeminado. mas, me lembro que foi na casa de um coleguinha da rua onde eu morava. na cena que me recordo, eu me encontro deitado de bruços, nu da cintura para baixo, com o serginho tentando me penetrar com seu pirulitinho... se eu não me engano, ele deve ser um ou dois anos mais velho que eu. não me recordo como eu fui parar lá, nem em que circunstâncias, mas me lembro de sentir o pauzinho dele esfregando no meio da rachinha de minha bundinha de menininho inocente e gostar daquilo! depois de um tempo, nos vestimos e quando estávamos para sair de sua casa, serginho pediu para fazer de novo, o que prontamente eu topei, e pouco depois, estava eu deitado novamente de bruços com meu amiguinho tentando enfiar o seu birrinho dentro do meu anelzinho virgem. desta vez, ele conseguiu, creio que devido à lubrificação natural que teria vazado de seu piruzinho, pois não me lembro dele ter lubrificado a piroquinha, nem nada! pois, bem... o fato é que ele conseguiu me penetrar, e eu adorei a sensação. entretanto, para minha surpresa e decepção, ele mijou dentro de mim... molhando-me todo, já que a urina não se reteve dentro e acabou vazando! fiquei muito envergonhado, me vesti correndo e fugi para minha casa. enquanto corria, eu podia ouvir serginho rindo de mim...
nos dias que se seguiram, serginho e a família dele acabaram mudando do bairro em que eu morava, mas a lembrança daquele dia nunca mais saiu de minha cabeça... a sensação da penetração permanecia em minha cabeça, eu queria experimentar aquilo de novo!
algum tempo depois, minha própria família mudou-se para outro bairro, para um condomínio fechado, onde minha iniciação sexual continuou, ou de fato, como quiserem, começou!
nosso novo lar, como eu disse acima, era um condomínio fechado, com várias crianças da mesma faixa etária que a minha, entre sete e dez anos, inclusive vários primos e primas. dois meninos, logo se tornaram meus amiguinhos, o índio e o aílmo, andávamos sempre juntos, brincávamos e íamos para a escola, que ficava dentro do próprio condomínio, juntos. não sei como começou ao certo, mas sei que foi com o índio, durante uma brincadeira de pique-barrilhe, um tipo de esconde-esconde. estávamos escondidos no depósito de material de construção do condomínio quando ele começou a me encoxar... ele mandou que eu me abaixasse para ficar vigiando se alguém que estivesse no pique se aproximava de onde nós estávamos escondidos, e assim eu o fiz, com isso ele se aproveitou para ficar atrás de mim e encostar a sua piroquinha em minha bundinha, empurrando e esfregando. mesmo através do tecido do calção, eu podia sentir que ele estava com o piruzinho duro me espetando bem no meio da minha rachinha. a lembrança da sensação que havia sentido com serginho, daquele pintinho entrando no meu buraquinho, voltou forte em minha mente, por isso eu fiquei quietinho, só aproveitando, deixando que ele fizesse o que queria... durante dias ficamos assim, sempre à tardinha, reuníamos a molecada para brincarmos de pique-barrilhe, depois nós dois nos escondíamos no depósito, eu me posicionava para ficar vigiando e o índio se colocava atrás de mim para ficar me encoxando. eu me lembro que ele chegava a me segurar pela cintura para controlar melhor a encoxada. certo dia, durante uma dessas brincadeiras, quando eu já me posicionava para ficar vigiando, ele me propôs que nós fizéssemos uma meínha, um tipo de troca-troca, que na teoria funcionaria da seguinte maneira: primeiro um menino come e o outro, para depois, aquele que deu inicialmente, comer o que o já havia comido, mas na prática não funciona bem assim... ou seja, o mais espertinho só come o mais bobinho, e o mais bobinho só dá para o mais espertinho! depois de ouvir a proposta de índio, fingi ficar preocupado, dizendo que não sabia se aquilo era certo, que saliência era feio, etc. mas, por fim, acabei cedendo, e logo estava eu na minha posição de vigia, com o calção arriado até o joelho, com a bundinha empinadinha na direção de meu coleguinha. índio, por sua vez, tomou sua posição atrás de mim, colocou o pau para fora, e eu passei a sentir o membrozinho duro dele, pele a pele, forçando a entradinha de meu anelzinho... fiquei todo arrepiado com aquele contato! é claro que a seco, não entrava de jeito nenhum... mesmo com índio me segurando pela cintura, não adiantava. eu fiquei agoniado, pois eu queria ser penetrado de qualquer jeito e a falta de experiência de meu coleguinha impedia que a penetração se consumasse! um misto de expectativa, medo e frustração tomou conta de mim: expectativa por que eu queria muito ser penetrado outra vez; medo por que eu temia que ele mijasse em mim como o serginho havia feito; e frustração por que eu pensava que ele não conseguiria me penetrar de jeito nenhum, a não ser se me mijasse... quando já estávamos quase desistindo de nossa brincadeira, índio teve a idéia de molhar, ou lubrificar, seu pintinho com saliva e tentar a penetração pela última vez... e para meu alívio, e para a alegria do meu amiguinho... funcionou! todavia, não passamos disso... índio me penetrou, e eu adorei, ficou com o pintinho dentro do meu cuzinho um tempão, paradinho sem fazer absolutamente nada! depois, ele fingiu ter ouvido um barulho qualquer, nos vestimos rapidamente e saímos dali assustados. não sem antes, prometermos um para o outro que não contaríamos o nosso segredinho para ninguém!
com o passar do tempo, nossa brincadeirinha de meninos travessos, passou a não ter hora nem lugar, bastava nós nos encontrarmos, seja na escola, no playground do condomínio, durante uma brincadeira qualquer, em qualquer tempo e lugar, sempre arrumávamos um jeito de fazermos uma meínha. onde o que valia era o nosso acordo tácito dele sempre me comer e eu sempre dar, eu nunca sequer aventei a possibilidade de haver a tal troca, isso nem passava pela minha cabeça, estava completamente satisfeito com o meu papel de ser mulherzinha. tudo corria as mil maravilhas para nossas brincadeiras, até que, não me lembro o motivo, o índio ficou de castigo durante um bom tempo, não podendo descer para brincar, só nos restava nossos encontros furtivos no banheiro da escola, o que era muito arriscado e cada vez mais perigoso, por conta de um primo dele que recebera a incumbência de delatar aos pais do índio tudo que ele fazia na escola. por fim, nos demos por vencidos, desistindo de continuar com nossas brincadeiras. no entanto, durante uma brincadeira de pique-barrilhe no condomínio, o aílmo, um dos meus amiguinhos inseparáveis, me chamou para que nós nos escondêssemos juntos, justamente no depósito do condomínio. mal chegamos lá e aílmo me cantou, literalmente, para que nós fizéssemos uma meínha. fiquei meio espantado com o convite, mas isso até seria normal, já que eu ficara sabendo que a maioria dos garotos do condomínio fazia meínha uns com os outros, o que me assustou, de certo modo, foi ele já estar passando a mão na minha bunda e dizendo que ele me comeria primeiro e depois eu poderia comê-lo... como eu estava muito a fim de voltar com as minhas brincadeiras, disse que aceitaria somente se ele prometesse a não contar para ninguém que nós faríamos meínha, principalmente para o índio. ele jurou que assim o faria, beijando os dedos em cruz, e eu concordei. ele me virou de costas para ele, mandou que eu abaixasse o calção, apoiasse as mãos nos joelhos a fim de que minha bundinha branquinha e lisinha ficasse apontada em sua direção. ele se posicionou atrás de mim, assim como índio fazia e ordenou que eu me mantivesse quietinho e vigiando se não chegaria ninguém para que não fossemos surpreendidos. aílmo era bem mais espertinho que o índio, pois ele não perdeu tempo tentando uma penetração a seco, foi logo lubrificando meu cuzinho com cuspe e enfiando a piroquinha em mim. meu novo amante tinha um pauzinho bem mais grosso do que o de índio, tanto que, mesmo com a saliva espalhada por ele em meu cú, assim que a cabecinha saltou para dentro de mim, eu senti uma dor horrível e pedi para ele tirar, pois doía muito. contrariado, aílmo concordou, mas não se deu por satisfeito, pediu, então, que eu chupasse o seu pirulito! é claro que eu não concordei de início, porém, como ele era mais forte do que eu... me senti ameaçado e acabei concordando. nú da cintura para baixo, ajoelhei em cima do calção e coloquei o pinguelinho de aílmo na boca. no início senti certo nojo, mas depois de experimentar o gosto de ter uma piroca em minha boca, me deliciei. chupava e lambia, alternadamente, como se fosse natural para mim, sem que ninguém tivesse me ensinado nada. a essa altura, aílmo, estava cada vez mais excitado e, quando já não estava mais agüentando de tanta excitação, ele me levantou pelos cabelos, me fazendo voltar para a posição inicial e sem qualquer demonstração de piedade, enterrou seu cacetinho em mim de uma vez só! mas, desta vez não doeu tanto... talvez, por estar muito lubrificado devido a minha chupadinha, ou por que meu cuzinho já estivesse mais larguinho, ou ainda pelo fato de eu também estar muito excitado... o fato é que desta vez não doera quase nada. sem se preocupar com isso, aílmo, enterrou seu pauzinho em mim e continuou me puxando para si, como se quisesse enterrar mais do que podia, me apertava, me abraçava e suava como se tivesse acabado de jogar uma partida de futebol no campinho! de repente, ele deu uma tremidinha e estancou. ficou parado por um tempo até que, lentamente, seu pirulitinho foi escapulindo de dentro de mim, murchinho, murchinho... nesse instante, ele começou a se vestir e me mandou fazer o mesmo. quando estávamos prestes a sair do depósito, ele disse que sabia que o índio me comia e que agora eu teria que dar para ele também, do mesmo jeito que eu fizera naquele dia... e antes que eu disse alguma coisa, ele ameaçou me bater se eu não fizesse o que ele dissera! concordei, e concordaria mesmo sem a ameaça, pois eu havia gostado mesmo de tudo que acontecera naquele dia.
tempos depois, quando índio saiu do castigo, aílmo me fez contar para ele que agora o aílmo também me comeria, se ele, índio, quisesse poderia continuar me comendo, mas o aílmo teria que estar junto também! assim, a partir daquele dia, passamos a nos esconder os três juntos quando brincávamos de pique-barrilhe, e em outras oportunidades em que nos encontrávamos a sós eles se revezavam entre meu cú e minha boca. passei a ser a mulherzinha dos dois...
durante os dois anos que se seguiram, continuei a servir aos meus dois amiguinhos, éramos chamados de os três mosqueteiros, de tanto que andávamos juntos. entretanto, num certo dia, minha família se mudou para outro bairro, e nossas brincadeirinhas tiveram fim. mudamos para outro bairro, mais urbano, com mais crianças, mais meninos... e meninos mais espertos!
mas isso, já é uma outra história...

Eu e minha primeira vez aos 9 anos

Olá! meu nome é ian... essa foi uma historia real que aconteceu comigo... com meu melhor amigo o alex...
eu tinha 9 anos, estava na calçada de meu condomínio com meu amigo, alex, de 9 também, a gente estava conversando normalmente, depois nos abraçamos como se fosse a ultima vez que a gente estava se vendo, eu senti uma coisa dura roçando na minha coxa, era o pinto dele que estava roçando em mim. eu fiquei quieto, mas eu estava gostando. senti algo gelado e molhado tocando minha bochecha, ele estava beijando minha bochecha. eu retribui, e ele pediu para que eu fosse na casa dele, eu aceitei e fomos pra lá. chegando lá ele me pediu para que eu tirasse minha bermuda, eu tirei meio com medo, e ele abocanhou meu pinto na cueca, eu fechei os olhos e fiquei sentindo o prazer, senti muito medo de alguém chegar ali e nos ver, estava suando frio, mas ele começou a me acariciar e fui relaxando aos poucos, ele tirou minha camisa, meus tênis e minhas meias, e me deitou no sofá e começou a lamber meus mamilos e acariciar meus pés, ele vinha beijando minha boca, começamos um beijo de língua demorado, fiquei quase sem ar e ele pediu pra que eu acariciasse ele, eu tirei a roupa dele e fiz o mesmo que ele tinha feito comigo, abocanhei o pinto dele na cueca, chupei os mamilos dele e acariciei os pés dele, ele me abraçou e mandou eu entrelaçar minhas pernas nas dele, eu fiz o que ele mandou e eu deitei em cima dele, barriga com barriga, boca com boca e pinto com pinto e bem abraçados, depois de um tempo, ele tirou a cueca dela e senti a pica dele encostando meu umbigo, percebi que era bem grandinha, estava que nem uma pedra de tão dura e bem quentinha, ele tinha parado de me abraçar e estava com um sorrisinho meio esquisito, a mão dele passava por minha bunda, ele apertava como que quisesse pegar um pedaço, fiquei meio assustado, mas levei aquilo como um carinho, ele começou a retirar minha cueca, comecei a senti uma dor no pinto pois a cabecinha estava de fora e tava meio esmagada pelo nossos corpos, ele começou a alisar a portinha do meu cú e pediu pra eu deita no outro sofá, eu deitei, ele mandou eu fica di barriga pra cima, ele me punhetou um pouquinho, e me indireitou no sofá pondo meus pés no ombro, meu cuzinhu fico bem de frente pra ele, ele pegou um pouquinho de cuspe e começou a melar meu cuzinho, eu perguntei o q ele tava fazendo e ele disse pra eu relaxar, eu tentei relaxar e ele tocou a pica dele na minha bunda empurrando ela pra portinha, qndo ele empurrou pra dentro eu dei um grito, meio que chorando, ele acariciou minha barriga, pedindo pra eu m acalmar, tentei m acalmar mas a cada vez que ele enfiava ardia mais e duia mais, eu mandava ele tirar, mas ele só falava pra eu relaxar, quando a cabecinha toda entrou no meu cu eu senti algo escorrendo pela minha bunda, quando eu pus minha mao pra ver o q era, eu vi que era sangue, comecei a chorar e ele começou a m punhetar pra m alegrar, depois que ele enfiou tudo eu mandei ele tirar pois num tava mais agüentando, ele respondeu bravo pra mim que não, ele me deu um beijo na minha boca e enxugou minhas lagrimas com a língua, depois ele tirou o sangue do meu cuzinhu e começou a lamber cada gotinha, eu achei aquilo nojento, mas ele deu um pokinhu pra mim, mas eu cuspi... ele se aproximou mais um pouco e senti o pinto dele entrando cada vez mais, e ardia mais ainda, até que senti a barriga dele tocando minha bunda e as bolas dele entre minha bunda, depois de um tempinho comecei a me acostumar, fechei os olhos e ele começou a fazer movimentos de vai e vem bem levinhos depois de uns 10 minutos ele começou a fazer movimentos mais fortes e mais rápidos, eu gemia que nem uma putinha e as vezes berrava de dor, quando ele terminou massagiou o meu cuzinhu e enfiou a língua tirando todo sangue, eu pedi pra chupar ele, ele me ensinou a chupar, m chupando e eu repeti, chupei bastante tempo, acariciei as bolas dele e tudo q ele fez comigo m ensinando. ele ficou dando cafuné na minha cabeça e ao mesmo tempo empurrando minha cabeça pra eu chupar tudinho, ele pediu um 69 e a gente fez, ficamos muito tempo naquilo, ele me abraçou de novo me beijando e pediu pra eu fazer o que ele fez no meu cuzinho, eu obedeci, ele falou q ia fica de quatro, eu cuspi no cuzinhu dele e comecei a enfiar, ele deu um grito de dor e um gemidinho de prazer, ele ficava rebolando enquanto eu enfiava, quando enfiei tudo ele deu um sozinho de alivio, ele levantou com cuidado do chão, e mandou eu sentar no sofá, eu obedeci, eu sentei com ele no meu pinto e ficou bem grudadinho no meu pinto, eu beijei a nuca dele, e ele deu um sorrisinho alegre, e começou a subir e descer ficamos fazendo aquilo um bom tempo, depois a gente nos chupamos de novo. eu fui pra casa, mas daí no outro dia a gente fez de novo a mesma coisa...

Minha inauguração.(13anos,com um pedreiro na obra)

Eu tinha 13 anos e era totalmente inocente e tímido,ainda não tinha me descoberto, estava passando o verão em uma praia de meu estado quando acorreram esses fatos que contarei a vocês.
eu estava andando perto de um lago perto de casa quando apareceu uma cara puxando papo, era um pedreiro que estava trabalhando em uma obra nos arredores. era uma obra de uma casa e ele estava ficando a semana por ali para vigiar a obra a noite, quando os outros pedreiros iam embora. papo vai papo vem e eu notei que ele acariciava o membro por cima das calças, me fiz de desentendido e fiz que não dei atenção. ele me convidou para conhecer a obra que estava vazia no momento e eu meio apreensivo ,mas, no fundo, com uma estranha curiosidade e fui com ele. chegando lá ele já mudou o comportamento, começou mudar o papo para uns lados mais obscenos e começou a acariciar o membro mais descaradamente, eu meio sem jeito não conseguia disfarçar meus olhares. foi então que ele me levou até um quarto onde havia um colchão e algumas caixas, remexendo nessas caixas ele apanhou um punhado de revistas. logo notei que eram revistas pornográficas, na maioria de sexo anal e algumas gays. o cara começou a folhar e me convidou para ver as revistas, ele disse que elas o deixavam excitado e sem a menor cerimônia tirou o membro pra fora e começou a se masturbar bem ao meu lado. eu nunca tinha visto um membro de homem assim tão grande e tão de perto, eu senti um misto de medo e fascinação. senti alguma coisa em mim diferente, minha razão dizia para sair dali mas minha vontade era de ficar cada vez mais perto daquele mastro. era lindo! grosso e lustroso com a cabeça rósea e pulsante. a clima começou a tomar um rumo fora do meu controle e ele insistiu para que eu me masturbasse também. abaixei minhas bermudas de uma maneira que me surpreendeu pelo meu próprio comportamento, os meus desejos já estavam derrubando minha timidez , e comecei a me masturbar olhando aquelas revistas, particularmente uma em que um negro com um pau enorme fodia sem dó o cu de uma moça e fazia 25 cm de vara sumirem cu adentro. ai o rumo das coisas começou a tomar um lado diferente o cara me convidou para "uma troca", primeiro eu masturbava ele e depois ele me masturbava, fiz um pouco de charme mas logo fui pegando naquele mastro. no primeiro contato com a pele daquela delicia eu já senti que era daquilo que eu gostava, agarrei com gosto e comecei a masturbar ele com vontade, tanta vontade que ficou obvia a minha posição naquele jogo, a uma simples sugestão dele eu já caí de boca naquele pirulitão e comecei a chupar e babar com gosto naquela vara. ai que coisa gostosa, senti o gosto de ter um pau na boca e adorei, aquela pele macia daquele caralho duro como aço e aquele caudinho delicioso que saia na ponta, tudo isso me deixou fora de mim, a partir daquele momento eu era como uma puta entregue a qualquer vontade daquele macho pissudo. continuei chupando por um longo tempo meu macho até que veio o melhor, ele começou a jorrar litros de porra na minha boca e eu entrei em transe mamei como um bezerro faminto cada gota daquele leite, não desperdicei uma só gota e a cada gole que descia em minha garganta eu me sentia mais nas nuvens, fiquei ainda um bom tempo mamando ali para tirar até a ultima gota de leite. recompostos depois de uns minutos ele me levou a um banheiro e foi tirando minha roupa, no box ele pegou a mangueira do chuveiro e disse que ia me "lavar". logo entendi o que estava por vir, ele meteu a ponta da mangueira no meu cu e abriu a água, no principio fiquei apreensivo com aquilo mas logo ele me acalmou e disse que era gostoso, de fato, eu senti uma gostosa sensação da água me invadindo por dentro, aquilo levou alguns segundos até que cheguei ao limite de meu cu e ele tirou a mangueira, fui até o vaso sanitário e soltei toda aquela água, nos repetimos isso algumas vezes até que ele disse que eu já estava "limpo" hehehe, eu claro que já sabia o próximo capitulo fomos para o quarto novamente e sem que ele precisasse pedir eu já me coloquei de quatro no colchão e com a minha bunda bem empinada e fiquei esperando pelo meu garanhão, senti ele massageando meu anus com uma coisa gelada e escorregadia, ele enfiou dois dedos no meu cu pare introduzir bastante lubrificante, eu instintivamente relaxei e afrouxei o anel, eu estava pronto para virar mulher. uma coisa firme encostou na entrada do meu cu, era aquele cabeção que eu tinha mamado com tanto gosto, aquele pauzão já estava duro como aço novamente e foi forçando a entrada, eu relaxei e deixei ele vir com tudo, não sei de que maneira, mas aquele mastro enorme (devia ter lá seus 20 cm) foi entrando e após uma peque dorzinha inicial eu só senti uma deliciosa sensação de prazer, a cada milímetro que ele entrava, num vai e vem lento ele foi socando tudo em mim, no "vai" ele tirava um pouco e no "vem" ele metia cada vez mais fundo, logo eu já sentia que meu anel tinha se alargado e o caralhão já estava quase batendo com as bolas na minha bunda, um frenesi tomou conta de mim e eu comecei a rebolar como uma cadela no cio naquele mastro. meu macho agora metia com mais violência e socava tudo até as bolas e depois tirava tudo e socava novamente, meu cuzinho que era virgem até a pouco agora era arrombado como um cu de puta e eu adorei aquilo, ficamos bombando meu cu por mais uma meia hora até que senti uma inundação de esperma dentro de mim, foi tanta porra que chegou sair um pouco pelos lados, só de lembrar eu sinto um tesão no cu. eu agora era a menininha daquele pedreiro, e assim fui durante o resto do verão. ocasionalmente ele trazia alguns amigos para usarem e abusarem de mim, o que eu adorava!
se alguém, com um pau bem grande, quiser me conhecer mais fundo é só entrar em contato para trocarmos fotos e nos conhecermos melhor.

Garotos


ola. primeiramente gostaria de dizer que essa história é plenamente verdadeira, mas que usarei nomes fictícios para não comprometer ninguém.
desculpe-me pela extensão da história, é que eu quis expressar bem o que eu senti e como as coisas rolaram.
meu nome é bruno, tenho 21 anos, mas na época dessa história tinha 16.
sempre adorei muito fazer atividades físicas, nado, luto e jogo futebol desde meus 11 anos.
no clube aonde eu freqüento conheci um garoto, seu nome era diego, ele tinha 10 anos na época, era irmão mais novo de um amigo meu, o rodrigo.
estava jogando bola com meu amigo quando seu irmão o chamou.
baixinho, por volta de 1,50m, cabelos bem pretos com um topete, olhos negros, sobrancelhas cerradas, um olhar profundo mas inocente e rosto arredondado. seu tronco lisinho, barriga retinha, braços magros, mas nada ossudos, mãos pequenas e delicadas, coxas relativamente grossas, pernas lisinhas. sua pele era uma mistura de branca com avermelhado.
como ele andava de skate, ele sempre adorava se vestir com as roupas desse estilo, bem largas, tênis com quase o dobro do tamanho do pé dele. no entanto ele sempre estava com roupas novas, nada velho ou feio.
sua voz era fina mas não irritante, era mansa, calma. tinha um timbre gostoso de se ouvir.
bom, pela descrição não preciso nem falar que na hora eu fiquei pasmo como o garoto era bonito e estiloso pra idade dele. naquele momento até senti uma pequena inveja. queria ser que nem ele quando eu tinha a idade dele, quantas eu iria aprontar com as menininhas...
naquele dia quando voltei pra casa não conseguia parar de ver a imagem do garoto um só momento na minha cabeça. achei até estranho pois não curto homens. a noite até sonhei com ele. isso era numa terça-feira.

na quarta acordei cedinho e fui correndo pro clube na esperança de vê-lo. rodei o clube inteiro e acabei desistindo. resolvi que era melhor parar com essas bobagens e decidi que o melhor caminho era tomar algumas. fui em direção ao bar, mas no caminho o vi sentado, sozinho num banco afastado. estranho. ele sempre foi popular, sempre estava rodeado de amigos.
mil e uma coisas passaram pela minha cabeça. precisava de alguma desculpa pra ir falar com ele. decidi perguntar sobre o irmão dele. fui. que nervoso. mas quando cheguei perto vi que ele estava meio pálido e com uma cara não muito boa. mesmo assim perguntei do seu irmão e ele disse que o rodrigo não estava no clube, pois havia saído com a namorada. agradeci e virei as costas, mas minha consciência deu um lapso, virei de novo e perguntei se estava tudo bem. ele disse que só não estava se sentindo bem.
como eu já entendia alguma coisa do assunto, logo vi que provavelmente sua pressão estava abaixo do normal. disse isso a ele e falei que ele precisava lavar o rosto, tomar água e comer alguma coisa salgada. ele aceitou minha ajuda. yes! acompanhei-o até o bar do clube e lhe paguei água e comida, pois ele estava sem dinheiro.
nisso ficamos amigos. descobri que ele estava começando a lutar agora (eu já tinha 3 anos de treino) e que estava tendo dificuldades, logo consegui marcar com ele no dia seguinte pra ele vir no clube pra eu ajudar ele. também estava calor, ai sugeri que depois do treino fossemos pra piscina. ele aceitou e logo depois sua mãe o chamou para ir embora, ele apertou minha mão forte, olhou no fundo dos meus olhos e demorou uns 30 segundos pra soltar da minha mão, ele agradeceu e disse que eu era muito legal. era o primeiro sinal.
voltei muito feliz pra casa. muito mesmo. nos ares. quase não durmi para a quinta-feira. e quando, antes de durmir, estava batendo uma no meu quarto, aquele momento da troca de olhares veio na minha cabeça. logo imaginei a mão dele que segurava a minha mão segurando o meu pau. gozei na hora, e muito. respingou até no ombro. fiquei muito “aliviado”, mas me senti estranho. houveram outras vezes assim quando eu era menor com um amigo meu, mas essa é outra história, e diferente.
quinta chegou. estava nas férias. cheguei as 9 da manhã no clube como combinado, um saco acordar cedo, mas iria valer a pena. de novo rodei e não achei ele, ele só chegou quase 10hrs pedindo mil e uma desculpas pois não havia ninguém para traze-lo.
fomos a um local do clube que não ia muita gente e que tem alguns tatamis (aquele “colchão” no chão para karate, jiu-jitsu, etc). ficamos lá quase 1hr e sempre que havia algum movimento que precisava de maior aproximação ele não hesitava em chegar bem perto de mim.
como estava muito calor decidimos dar um tempo e ir pra piscina, almoçar, depois voltar.
na piscina ele logo que entrou na água se segurou nas minhas costas, pois a piscina não dava pé pra ele. brincamos como se fossemos amigos de anos. ele sempre estava nas minhas costas, se segurando, quase me abraçando. foi demais. o melhor ainda, varias horas ele me abraçava mais forte ou ficava de frente pra mim me olhando profundamente. ai tinha coisa. e eu ia descobrir hoje.
no vestiário a coisa parece que esfriou um pouco, era vergonha. ele quase se escondeu dentro da toalha que ele trouxe para trocar de roupa. mas devo confessar que ele, naquela toalha grande e grossa ficava lindo. ainda mais pelo vermelinho nas bochechas do sol. já eu não tive muito vergonha e me troquei na frente dele. me lembro que quando tirei a sunga ele olhou pro meu pau que, modéstia parte, não é pequeno, e virou de lado, com o rosto vermelho, cheio de vergonha. vendo isso, me vesti rapidamente e fomos almoçar.
ele tinha trazido pouco dinheiro, e estávamos com muita fome devido à água. ai eu acabei “emprestando” dinheiro pra ele e comemos no restaurante do clube. eu e ele.
já era 2 da tarde e meu coração batia forte.
fomos de novo pro local dos tatamis, mas como todos sabemos, depois do almoço dá aquela moleza. então resolvemos fazer uma luta de chão mais light e ensinei umas chaves pra ele. só que como eu não sou bobo nem nada, ensinei todas as chaves que eu sabia que eu poderia ficar agarradinho dele, principalmente por trás.
quando as coisas estavam esquentando, o celular dele tocou, era seu irmão pedindo pra ele ir pra porta dar a chave da casa deles que estava com o diego.
pensei rápido, enquanto ele foi na porta, disse que precisava fazer umas coisas, que era pra ele não ter pressa que eu já voltava. corri até a banca que ficava na rua em frente ao clube e comprei uma revistinha pornô que o tio vendia numa boa.
quando eu voltei pros tatamis, eu vi que não havia ninguém lá, mas a mochila dele estava lá. chamei ele pelo nome dele, ele apareceu rápido, vindo do banheiro, meio desajeitado, com o rosto avermelhado, com a respiração ofegante e um olhar de quem estava aprontando alguma coisa. não precisa de uma bola de cristal pra saber o que ele estava fazendo, eu só queria uma pra saber se ele estava pensando em mim no momento. também fiquei surpreso, pois na idade dele eu ainda não batia punheta. ai eu logo ataquei, falando um pouco mais bravo:
– di, você é louco de deixar sua mochila aqui? nunca vem ninguém aqui nessa parte do clube, se alguém rouba ela seus pais te comem vivo. – frase sem nexo, mas com 2as, 3as até 20as intenções.
ele abaixou a cabeça e com uma voz mansinha disse:
– desculpa.
opa. e ele lá tinha que pedir desculpas pra mim? era a hora...
– di, já to cansado. vamos dar uma volta.
ele balançou a cabeça inocentemente dizendo que sim.
ficamos andando e conversando e uma hora perguntei pra ele se ele já tinha beijado alguém. ele disse que já. conversei e consegui que ele me contasse seu primeiro beijo. depois fui perguntando se ele já havia tentando algo a mais com as meninas e fui conversando e conversando e conversando até chegar ao assunto de se ele batia punheta (acredite! foi muita conversa). ele disse que já, desde os 9 anos. aprendeu vendo seu irmão fazer na sala de madrugada. perguntei se ele já havia visto alguém fazer isso fora o irmão dele, ele ficou vermelho e disse que ainda não.
ainda não? isso quer dizer que ele pretendia ver.
acredite! muitas pessoas revelam íntimos segredos sem perceber.
falei pra ele que eu tava com uma revista porno na mala, se ele queria ir ver ela. ele disse que sim, mas que precisaríamos achar um lugar bem escondido.
achamos um local no meio do mato, perto de uma ponte que tinha no clube, bem escondido. lá tinha uns montes de terra que pareciam umas covas, por isso apelidamos lá de cemitério.
ele sentou, eu sentei do lado dele, dei a revista na mão dele, fiquei bem pertinho dele e ficamos folhando a revista comentando uma coisa ou outra. coloquei a mão por cima do ombro dele, ele deu uma tremidinha, de tesão e medo, eu acho. fiquei um pouco assim e depois comecei a fazer carinho no ombro dele. percebi que ele se juntou mais de mim ainda. ele lia a revista devagar como se nada estivesse acontecendo.
abaixei um pouco a mão e comecei a fazer carinho no tronco dele. fiquei quase dez minutos sem abaixar a mão. mas após isso já coloquei sua mão em sua cintura e fiz carinho em sua coxa e fui indo devagarzinho até chegar perto do seu pau.
meu coração já estava saindo pela boca, não agüentava mais, queria abraça-lo, beijá-lo, tirar sua roupa.
coloquei minha mão na sua barriga e continuei descendo beeeem devagarzinho......... parecia que entre o umbigo dele e o começo do shorts dele tinha um quilometro........... parece que nunca chegava até o shorts dele............ e ele continua lendo como se nada tivesse acontecendo, mas com a respiração forte.
estava com a mão por trás das costas dele, descendo quando senti o começo do shorts dele.
.................................................................................
sabia o que viria logo após isso. meu coração tava mais rápido que uma metralhadora. até que........................ senti.............. e logo coloquei a mão toda.......... estava finalmente sentindo o pau mais perfeito do mundo.
até ai já era motivo pra perder o controle, mas tinha um fator ainda maior, o pau dele era razoavelmente grande para a idade dele. o que me deixou ainda mais excitado.
fiquei fazendo carinho naquele pau duro e não me controlei, comecei a bater punheta pra ele por cima da calça bem devagarzinho. ele amoleceu o corpo nos meu braços e eu continuei devagarzinho. enfiei a mão devagar por baixo do seu shorts, acariciei sua cueca e logo enfiei a mão por baixo e senti finalmente seu pau.
fiquei passando a mão nele da ponta até a base, acariciei as bolas, subi, seguei ele firme e comecei a subir e descer a mão. eu tava morrendo de tesão. e ele também, pois de vez em quando ele dava umas tremedinhas de tesão que me deixavam ainda mais louco.
com a outra mão, segurei a mão dele e fui levando pela minha coxa até meu pau. quando ele sentiu meu pau ele deu uma tremida ainda mais forte. parei de bater pra ele pra ele não gozar ainda, isso se é que ele já gozava.
ele segurou meu pau forte, largou a revista e olhou fixo nos meus olhos. eu me reclinei pra trás, larguei o pau dele e ele já abaixou meu shorts, segurou meu pau, ficou um tempo olhando pra ele. ele quase não fechava a mão, ele deu uma olhada pra mim, olhou pro pau de novo e começou a bater uma pra mim bem gostoso. eu tava delirando. ele deitou no meu peito e ficou olhando pro meu pau enquanto batia pra mim.
dei a volta com a minha mão por cima dele e voltei a bater pra ele também.
de repente, ele vira ao contrário(+- q nem se faz no 69, só que de lado), deixa seu pau virado pra mim e começa a beijar minha coxa. e com beijinhos ele chegou no meu pau e abocanhou como se quisesse muito aquilo e começou a chupar feito louco. dava pra perceber que ele nunca tinha feito aquilo, mas tava maravilhoso. pela falta de habilidade dava pra sentir os dentes dele de vez em quando, mas isso só tornava a situação ainda melhor. eu iria ensinar muita coisa pra ele ainda.
nisso eu não resisti. olhei pro pau dele, o pau dele olhou pra mim e tipo que rolou um beijo de cinema ali hehehehe.... foi demais.....
uma hora, de repente ele se contraiu, tirou o meu pau da boca e deu um gemidinho um pouco mais forte e depois ficou com o corpo moooooole. mesmo assim, fiquei chupando o pau dele devagarzinho, mesmo depois de ele ter gozado. foi um gozo seco, mas foi.
depois, ele virou ao contrario, olhou bem nos meus olhos e eu não agüentei, agarrei ele e lhe dei um beijo. não rolou língua, foi um selinho loooooooongo, mas foi demais......
logo ele me abraçou forte, ficou do meu lado, com a sua cabeçinha no meu ombro e começou a bater pra mim novamente.
não sei como ainda não tinha gozado... entao não demorei nem 30 segundos, como nunca havia gozado antes. que tesão. inexplicável. perdi as sensações do meu corpo, como se tivessem me tirado a alma. depois devagarzinho fui voltando ao normal, me sentindo nas nuvens.
ele ficou segurando o pau meio sem saber o que fazer, eu tirei a mão dele devagar, peguei uma toalha na minha mala e me limpei.
ele ficou meio sem jeito, sem saber o que fazer. com cara de preocupado. eu olhei bem pra ele e perguntei:
– di, você gostou? – ele respondeu que sim balançando a cabeça
me lembro de cada palavra a seguir:
– então não tem o que ter vergonha. agente tem q fazer o que agente gosta na vida e não o que os outros acham certo ou errado, afinal a vida é nossa e quem faz nosso próprio destino somos nós. não sei se estarei exagerando em dizer... eu gosto muito de você.
– eu também – ele falou com uma voz meiguinha e vindo pra me dar um beijo
ficamos deitadinhos por quase uma hora juntinhos conversando e dando selinhos.
ele teve que ir embora. nos despedimos com um longo beijo..................... e um abraço beeeeeeeem forte......... logo que eu o vi indo embora já senti saudades, mas tive certeza que foi o melhor dia que já tive até o momento.
é claro, isso foi só o começo. depois disso ainda tiveram problemas com relação a nossa diferença de idade, mas eu consegui driblar quase todos eles.
se o pessoal gostar desse conto vou contar como consegui levar ele pra viajar comigo pra praia, como eu consegui ficar com ele mais um amiguinho dele, como fomos pegos pelos pais deles e outras coisas ainda mais interessantes que essas.
afinal isso já faz 5 anos. muita coisa aconteceu de lá pra cá. muita.
meu email e msn é xistuspro@hotmail.com.
se você têm entre 10 e 15 anos, ou gosta do pessoal dessa idade entre em contato.

atenção: sentir atração por pessoas menores de 18 anos não é pedofilia. pedofilia é abusar sexualmente e psicologicamente dessas crianças contra a vontade verdadeira delas, deixando-as com sérios traumas que carregarão pro resto da vida. não apoio a pedofilia infantil. tudo que foi feito foi de livre espontânea vontade do diego. até diria que a iniciativa foi mais dele do que minha. quando ele não queria, eu não insistia. se você quiser também discutir isso entre em contato comigo.

abraço a todos
obrigado por ter lido meu conto

Inocência Perdida

Estávamos em 1967. eu tinha 7 anos de idade, pouco sabia a respeito de muitas coisas, principalmente sobre sexo.
costumava brincar na rua de casa com alguns garotos vizinhos e nada ia além disso até que um certo dia...
certo dia um colega da mesma idade que eu comentou que conhecia uma cabana onde sempre ia brincar. fiquei entusiasmado e quis porque quis conhecer o tal lugar. ele me disse que seria em breve.
alguns dias depois, eu estava sentado na calçada em frente de casa quando um menino se aproximou (devia ter por volta de uns 13 anos) e perguntou se era eu que estava querendo brincar na cabana. respondi que sim. ele me disse que era o dono da cabana e se eu quisesse ele me levaria lá imediatamente, pois não era longe. topei e seguimos rumo a um matagal que ficava embaixo da linha de transmissão de energia elétrica. o capim era muito alto e ele me explicou que aquele lugar era perfeito para brincar. seguimos por uma trilha estreita até que chegamos na cabana que era coberta com um grande papelão. também o chão era forrado com papelão.
ele me falou para entrar e como eu fosse muito bobo não me dei conta de quais eram as reais intenções do meu companheiro de brincadeira.
entrei e não havia nada dentro e então perguntei do que ele costumava brincar lá. ele me explicou que brincava de “comer os meninos”. dito daquela forma não fazia qualquer sentido pra mim. percebendo meu espanto (acho que eu tinha uma interrogação na cara) ele se apressou em explicar melhor e foi logo dizendo pra que eu não ficasse com medo que ele não iria me morder e se eu quisesse ele me mostraria como era aquela brincadeira, mas eu deveria fazer tudo o que mandasse. eu disse que não estava com medo e faria o que ele pedisse.
aproveitando da minha completa inocência (ele sabia que eu nem desconfiava do que estava falando) ele se aproximou, me virou de costas pra ele e começou a me encoxar a bunda. fazia movimentos de vai-e-vem contra meu corpo, enquanto dizia baixinho no meu ouvido que nunca tinha visto um menino com uma bundinha tão fofinha quanto a minha e que estava gostando muito de brincar comigo. fiquei todo contente com o elogio, embora não entendesse onde aquela esfregação nos levaria. continuei ali em pé parado agradando meu colega.
vez em quando me perguntava se eu tava gostando e eu respondia que achava engraçado e não entendia o que ele tava fazendo. ele me dizia que tava me preparando para me comer depois. eu ria e ele gemia de prazer atrás de mim.
passado algum tempo daquela esfregação, ele tirou meu calção e pediu que eu ficasse de quatro como um cachorrinho. fiquei na posição solicitada e percebi que ele pegou alguma coisa debaixo do papelão e logo após senti seu dedo lambuzando meu cuzinho com uma geléia (era vaselina, claro!). depois de ter me melecado bem a bunda, lá estava eu de quatro, senti quando que ele encostou alguma coisa em mim e começou a empurrar. pensei que poderia ser seu dedo, mas então me dei conta de que ele me segurava pela cintura com as duas mãos. perguntei o que estava fazendo e ele me respondeu que iria começar a me comer, mas que eu não deveria me preocupar porque ele faria bem devagar. quando senti entrar a cabeça do pinto, senti uma dor enorme e pedi que parasse porque tava doendo muito a minha bunda. ele me pediu pra ficar quietinho que logo eu não iria sentir mais nada e ficou parado pra eu me acostumar com aquela sensação estranha. empurrou mais pouco o pinto e perguntou se ainda estava doendo. eu disse que sim e era melhor ele parar, mas ele não me atendeu. tampou minha boca com uma das mãos e com a outra me segurou forte pela cintura e fez entrar o restante que faltava. soltei um grito abafado pela sua mão e lágrimas correram dos meus olhos. ele parado esperando eu assimilar o golpe fazia movimentos leves de entrar e sair do meu cuzinho que estava ardendo muito. disse-me que iria tirar a mão da minha boca, mas que eu não poderia gritar. aos poucos fui me acostumando com aquele volume dentro de mim e ele percebendo isso foi intensificando seus movimentos atrás de mim. sussurrava muitas coisas, algumas sem sentido e elogiava dizendo que meu cuzinho parecia de menina de tão redondo e gostoso que era.
como agora eu já estivesse completamente entregue a ele e deixando que fizesse comigo tudo o que queria, acelerou cada vez mais. entrava e saia com muita facilidade, pois naquelas alturas minhas pregas já estavam bastante laceadas. comecei a ter uma sensação gostosa de ser preenchido por dentro e como ele percebesse meu bem estar perguntou se eu estava gostando de ser comido por ele. respondi que estava muito gostosa aquela brincadeira, que estava sentindo uma coisa engraçada por dentro (evidentemente que seu pinto estava friccionando minha próstata e isso estava me dando uma sensação de prazer). como eu estivesse gostando de ser enrabado ele aumentou ainda mais o vai-e-vem, me segurou com muita força e enfiou o pinto o mais fundo que pode, fazendo-me sentir um líquido quente dentro do meu cu (só depois descobri que se tratava de porra). continuou ainda por alguns instantes dentro de mim e foi saindo devagar. fiquei um pouco frustrado pela brincadeira ter acabado porque estava adorando, mas nada falei, apenas senti escorrer pela minha coxa aquele líquido quente.
ele pegou um pano que trouxera consigo e limpou minha bunda e pernas e o próprio pinto.
ainda sem o calção, sentei no chão e vi seu pinto meio amolecido e perguntei se tinha usado o pinto para me comer. ele me falou que sim e que tinha gostado demais da minha bunda e perguntou se eu deixaria ele me comer de novo. respondi que deixaria porque eu tinha gostado de brincar com ele.
ele me pediu para eu chupar sua rola e como eu não soubesse o que ele queria, aproximou-se de mim, mandou-me abrir a boca e enfiou o pau mole dentro dela. pediu que eu tomasse cuidado com os dentes e mandou que eu fizesse como se estivesse chupando um sorvete. meio sem jeito, mas com vontade de agradar meu homenzinho, comecei uma chupeta. ele empurrava o pinto dentro da minha boca e eu chegava a engasgar, mas não parava de chupar. seu caralho foi endurecendo de novo (não era grande, devia ter uns 13 cm, de média grossura) e após ficar chupando por uns 20 minutos, ele gozou na minha boca. senti um gosto muito estranho, meio salgado. ele mandou que eu engolisse a porra dele.
permanecemos lá na cabana por mais uma meia hora antes de sairmos e durante esse tempo ficamos conversando sobre o que tinha acontecido.
ele me falou que eu tinha sido o garoto mais gostoso que ele já tinha metido na bunda, que iria querer me comer sempre, pois minha bunda era especial e que eu não poderia contar nada pra ninguém o que tínhamos feito, senão nunca mais poderíamos brincar assim. guardei segredo para sempre.
eu acabei me tornando seu viadinho de plantão e quanto mais ele me fodia mais eu gostava. cada vez aprendia a fazer mais e mais coisas. além de ser enrabado, eu chupava (estava ficando craque) e batia punhetas pra ele. fui aprendendo muitas coisas sobre sexo e de como agradar meu senhor. gostava de me sentir submisso, sentava no seu colo até ele estar completamente atolado dentro de mim. embora meu cuzinho estivesse totalmente arrombado, eu não ligava e três ou quatro vezes por semana ele me possuía na nossa cabaninha secreta.
passaram-se uns oito meses e minha família mudou-se para outra cidade. mas como eu já estivesse viciado em levar rola no cu, logo tratei de arrumar um amiguinho que pudesse saciar meus desejos mais secretos, mas isso são novas estórias que continuarei contando brevemente.
todos os fatos narrados aqui são reais e aconteceram há muito tempo.
se gostou da minha estória, poderá comentar enviando e-mail para ca.brasil2007@hotmail.com.

Meu primeiro garotinho

Meu primeiro garotinho

Eu tinha apenas 11 para 12 anos de idade, morava numa fazenda no interior do ceará, tinha acabado de chegar de são paulo, com meus pais, quando apareceu o A., neto do dono da fazenda. tinha vindo passar as férias do mês de julho, de idade deveria ter 06 para 07 anos. ficamos logo amigos e brincávamos o dia todo, percorrendo toda a fazenda do seu avô.

Num belo dia estava em casa sozinho quando ele me chamou para brincar no açude. chegando lá, tiramos as roupas e entramos na água, eu notei que ele estava com o pauzinho duro, mas, eu não disse nada. durante o banho ele tentava pegar o meu, mas, eu tentava não deixar. depois de um tempo ele chegou perto de mim e perguntou qual de nós dois tinha o pau maior, o que tivesse iria comer o outro. isso mesmo, a proposta foi dele. nesse momento o meu pau também já estava duro por causa das brincadeiras, então foi fácil perceber qual era o maior: o meu! é claro que ele já tinha percebido dentro d’água, mas ele queria ver e pegar! eu já batia punheta desde cedo, o meu tio, irmão da minha mãe começou a me iniciar sexualmente aos 8 anos. (outra história) 

Saímos do açude e fomos para o meio do mato, ainda estávamos nus, e o meu pau agora durinho, durinho, doido pra entrar na bundinha dele. o tamanho dele era quase proporcional ao meu, eu só precisava me abaixar um pouquinho. encostei-me num cajueiro, abaixei um pouco, e ele com a bundinha aberta na minha frente, só esperava eu começar. ele era branquinho, quase louro, um pouco gordinho, e com uma bundinha linda, lisinha, macia, de seis aninhos, a primeira que eu desfrutei, que ele fazia questão de abrir todinha pra mim. ainda me lembro que o cuzinho apetitoso dele era bem vermelhinho! 

Comecei a comer ele ali mesmo debaixo do cajueiro, e depois em vários outros lugares da fazenda, sempre quando tínhamos oportunidade, o que era quase sempre! eu não gozava, ainda, praticávamos sexo anal e oral, só ficava no vai-e-vem até cansar, ou quando ele dizia que já estava bom. (a primeira vez que eu gozei, foi tempos depois, com 13 anos, comendo a bundinha de um outro garotinho de 8 anos (que ironia,a idade que eu fui iniciado), chamado F., que tinha sido iniciado pelo irmão, que tinha a minha idade. eu e o irmão dele praticávamos sexo anal e com ele anal e oral, ou seja, era a nossa putinha, mas, é outra história!) 

Perguntei algumas vezes se ele queria me comer também, compartilhar o prazer que ele me proporcionava, mas ele sempre dizia que não, talvez porque o pau dele era menor e tinha vergonha. comi ele praticamente durante todo o mês, nas férias de dezembro e julho do outro ano também. foram as minhas melhores férias desse tempo e acho que pra ele também. 

Porém, nas férias de dezembro do outro ano, quando eu estava esperando, louco de tesão por aquela bundinha, ele chegou acompanhado da irmã de 07 anos, chamada F. ela atrapalhou todos os nossos planos, pois não saia de perto de nós, só algumas vezes conseguíamos nos livrar dela. o lado bom da história é que quando íamos para o açude, tomávamos banho todos nus, o que era maravilhoso pra mim, já que eu tava tirando a inocência do irmãozinho dela, apreciar o corpinho da F. de sete aninhos, branquinha, cabelos longos, magrinha, corpinho maravilhoso, linda e bastante ingênua! quantas e quantas vezes eu passei as mãos e o meu pau durinho no corpinho dela durante os banhos. levantava e abaixava-a lentamente roçando meu cacetinho na xoxotinha dela, na bundinha, huuum, mas não cheguei a comê-la, o irmão não deixava eu ficar sozinho com ela, tinha ciúmes, e ela não nos deixava ficar sozinhos, nessa e nas outras férias, então, nossos prazeres sexuais foram diminuindo, diminuindo até que acabaram. 

Hoje ele é professor de educação física, e ela é modelo e casada com um cara 15 anos mais velho, porém cheio da nota! e continua maravilhosa! 


oiniciador69@gmail.com